Salmos 31:15
“Os meus tempos estão nas tuas mãos.”
Assim como a terra se veste de novas cores a cada estação, a alma também passa por seus ciclos.
Há tempos em que florescemos, quando o céu parece aberto e os frutos brotam com facilidade.
Mas há tempos em que o inverno chega, e tudo parece silenciar.
Essas estações não são castigos, são processos.
São os meios que Deus usa para nos moldar, purificar e alinhar ao Seu propósito eterno.
Há estações de renúncia, onde Ele nos convida a deixar o que pesa.
Há tempos de espera, em que o silêncio de Deus não é ausência, mas trabalho oculto nas raízes.
E há também tempos de colheita, quando percebemos que cada lágrima regou um novo começo.
Em Eclesiastes 3, somos lembrados de que “há tempo para todas as coisas debaixo do céu”.
Quando essa verdade desce do entendimento para o coração, aprendemos a descansar no ritmo divino, a não resistir ao que Ele está transformando, e a agradecer até pelo que não entendemos.
Porque o Deus das estações também é o Deus do tempo, e Ele nunca se atrasa.
Cada estação carrega uma promessa, e toda promessa carrega um propósito.

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