Aposse do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, Alexandre Curi, teve o nível de um evento de governador. Mais de 300 prefeitos compareceram, além de vereadores, ex-governadores, lideranças políticas e deputados. Foi uma cerimônia digna, que, na minha impressão, mais parecia a posse de um candidato ao governo do estado ou até mesmo de um governador.O poderoso Alexandre Curi é extremamente bem quisto na política paranaense. No seu dia a dia, ele não deixa de fazer política, atender prefeitos e seguir os ensinamentos de seu avô. Ele é um político nato, de uma família tradicional, e agora começa a redefinir os rumos da Assembleia Legislativa do Paraná. Pela primeira vez, a Casa tem um presidente com um projeto político claro para disputar o governo estadual.
Alexandre demonstra uma força significativa, e os jornais já destacam que ele assume a presidência da Assembleia com planos para 2026. Sua trajetória política se consolidou desde sua primeira eleição, em 2002, como vereador em Curitiba. Sua influência no interior do estado é inigualável, e a própria cerimônia de posse provou isso.
O número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores foi tão expressivo que muitos tiveram que assistir ao evento por um telão. Nunca se viu algo parecido em uma posse de presidente da Assembleia.
O que me pergunto — e nos faz refletir — é o significado desse poder e da consolidação de um projeto político. Alexandre Curi é um candidato ao governo que acorda cedo, dorme tarde e percorre o Paraná incansavelmente. Ninguém pode negar que ele está presente nos municípios, respeita seus aliados e mantém o diálogo aberto.
Agora, ele precisa se consolidar não apenas como o candidato da política, mas como o candidato do povo paranaense. E ele sabe o momento certo para isso. Já foi primeiro-secretário da Assembleia duas vezes e, agora, assume a tão comentada presidência. Como primeiro-secretário, já tinha um tapete vermelho à sua disposição. Agora, como presidente, acredito que esse tapete será de veludo. Toda a política do Paraná já percebe o peso de seu nome.

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