Acabo de abrir meu Instagram e vejo progressistas criticando o Frei Gilson. Um frei que reuniu um milhão de pessoas em sua live. Isso revela duas coisas:
Primeiro, que a esquerda, por sua formação política de sempre questionar, está exagerando na crítica. Agora, até a evangelização de frades, que têm um papel fundamental na Igreja Católica, virou alvo. Frei Gilson fez uma live que, às quatro da manhã, reuniu mais de um milhão de pessoas. E qual foi a reação da esquerda? Criticá-lo, dizendo que ele estaria alinhado ao Brasil Paralelo, com argumentos fracos e sem fundamento.
Como disse o Padre José Eduardo, Frei Gilson prega a palavra — essa é a sua missão, especialmente na Quaresma. Se você não gosta do posicionamento dele, simplesmente não assista. O erro não está no Frei Gilson, que tem a capacidade de mobilizar um milhão de pessoas. O erro está na sua incapacidade de aceitar que enquanto você fala para cem ou dez pessoas em uma live, ele fala para multidões.
Minha solidariedade ao Frei. E, neste momento, concordo com Nikolas e Bolsonaro na defesa dele. Ele tem um papel fundamental na evangelização e no conforto espiritual de milhares de pessoas, ajudando-as a se manterem firmes na fé.
A segunda questão é a esquerda erra porque não apenas critica ideias, mas ataca a fonte. Esse é um vício do academicismo, que sente a necessidade constante de criticar algo. Mas, talvez, em vez de criticar, valha a pena aprender. Aprenda com Frei Gilson a se comunicar com milhares de pessoas todos os dias. Ele tem uma capacidade de mobilização muito maior do que a sua.
Enquanto você está no centro das grandes cidades, regando sua samambaia no chão de taco, convencido da sua própria superioridade, Frei Gilson está acalentando o coração de milhares. Então, pare de criticar e faça algo de relevante.

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